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Querera assim ser depenada com meia duzia de palavras (que conheciam bem) de tanto conhecer. Humilhar-se ao desprezo em busca de um motivo real imaginário para lacrimejar com convicção (saber-se ao menos porquê). Quem sabe quebrar alguns copos na parede, sem lembrar que seria responsável pela limpeza logo mais. Querera livrar-se de algumas tormentas meio indefinidas e usar um pouco aquele impulso, aquele sentimento que raramente usara. Sentir-se rebelde, irresponsável, inconsequente até sentir-se culpada, infantil e meio idiota. Isso traria um pouco de liberdade. Um pouco de riso. Seria suficiente. |
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